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Feb. 15, 2018

5 motivos para fazer investimentos imobiliários na Flórida!

investimentos imobiliários na Flórida

 

Os investimentos imobiliários na Flórida não param de crescer – e os brasileiros são em grande parte os responsáveis por isso. Só para se ter uma ideia, de acordo com o relatório da National Association of Realtors Real State em março de 2017, o Brasil ocupa o sétimo lugar entre os países que mais investem no imobiliário americano, representando 3% dos investimentos estrangeiros no setor.

Segundo o Banco Central, 40% dos investimentos brasileiros em imóveis internacionais vão para os EUA – a maior parte deles para a Flórida. Conheça agora os 5 principais motivos que fazem os investimentos imobiliários na Flórida serem um negócio tão interessante.

1 – Investimentos imobiliários na Flórida tem retorno praticamente garantido

É lógico que não se pode ter 100% de garantia, afinal esse é um negócio como outro qualquer, sujeito às variações econômicas. No entanto, o que se tem visto nos últimos anos é um retorno praticamente garantido dos investimentos imobiliários na Flórida através dos aluguéis.

Seja para outros brasileiros – em férias, intercâmbio ou a trabalho – seja para outros estrangeiros ou mesmo cidadãos americanos de outras partes do país, os aluguéis são altamente procurados. Assim, esses empreendimentos praticamente se pagam sozinhos, e a velocidade desse retorno depende do uso que fizer deles: alugando apenas o imóvel apenas nos períodos ociosos ou longas temporadas (1 ano).

2 – Valor do m² menor do que em muitas capitais brasileiras

Por outro lado, o m² nos Estados Unidos é bem mais em conta no que em diversas capitais brasileiras, o que torno os investimentos imobiliários na Flórida um negócio ainda melhor. Ou seja, você compra casas e apartamentos de alto padrão de qualidade pagando muito menos do que o equivalente no Brasil.

Por exemplo, o m² mais caro do Brasil fica no Rio de Janeiro. Na Zona Sul carioca o valor médio do m² é de R$ 10.600 – podendo a chegar a R$ 22 mil em bairros como Leblon, Gávea, Lagoa, Ipanema e Jardim Botânico, onde é difícil encontrar por menos que R$ 15 mil. Logo a seguir vem São Paulo, onde áreas como Vila Olímpia e Vila Conceição têm sido muito valorizadas pelos investidores. Em Miami, por outro lado, ainda que haja mansões, o valor médio do m² fica entre US$ 3 mil e US$ 8 mil, valores que não ultrapassam a média de São Paulo nas áreas mais nobres.

3 – Várias opções de investimentos

Outra vantagem é que você encontra várias opções de investimentos imobiliários na Flórida. É possível investir em flats, casas, casas em condomínios e condomínios voltados para estudantes.

Os condomínios para estudantes são hoje uma das formas mais interessantes de investimentos imobiliários na Flórida. Para ter ideia da demanda crescente, em março de 2017, por exemplo, foi criada a primeira universidade norte-americada fundada por brasileiros e voltada para imigrantes, a Miami University of Science and Technology. No entanto, há várias outras universidades de renome internacional que dão suporte a estrangeiros, como a Miami University, a Florida International University e a Valencia College.

Não é por acaso, portanto, que em todo o mundo, este tipo de ativo de rápido crescimento já recebeu mais de US$ 16 bilhões de investimento de smart money.

Para suprir essa demanda, Miami ganha o University Bridge Residences, o primeiro condomínio voltado exclusivamente para estudantes da região. No total são 3 torres com 835 unidades (495 nas duas primeiras e 390 na terceira), todas mobiliadas, com cozinha, lavadora e secadora de roupas. Sem limite de unidades por investidor, com certeza o University Bridge Residences é um dos melhores investimentos imobiliários na Flórida.

4 – Financiamentos facilitados e juros baixos

Outra vantagem de fazer investimentos imobiliários na Flórida é a facilidade de financiamentos para estrangeiros. Ao contrário do Brasil, a burocracia é mínima, os juros são baixos – entre 5% e 8% ao ano – e o crédito pode ser conseguido junto aos bancos ou diretamente com as construtoras (no caso de lançamentos imobiliários).

Além disso, todo o processo de financiamento imobiliário é simples e o imóvel pode ser financiando por um período entre 15 e 30 anos, a maioria deles pelo sistema Price, no qual as parcelas são fixas, variando apenas em função do IPTU e das taxas de seguro.

5 – Muito mais qualidade de vida

Se o seu investimento imobiliário na Flórida, por outro lado, se destinar à moradia ou veraneio, você pode ter a certeza de contar com muito mais qualidade de vida. A Flórida, por exemplo, tem o quarto maior PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA, tendo uma grande diversificação econômica, com farta oferta de opções de lazer, entretenimento, educação, comércio e indústria. Assim você tem mais segurança, mais oportunidades de negócios e geração de renda e um bom custo de vida. Além disso tudo, o clima é bastante parecido com o subtropical de algumas partes do Brasil, basicamente ensolarado o ano inteiro.

Agora que você já sabe como valem a pena os investimentos imobiliários na Flórida venha conversar com nossos corretores especializados e descubra como fazer o melhor negócio da sua vida!

Jan. 31, 2018

Visto EB5 - Como conseguir o Green Card de residência americano!

visto eb5

A remessa de dinheiro para os Estados Unidos mais que triplicou no primeiro semestre de 2017, de acordo com o próprio Banco Central brasileiro. De acordo com a instituição, ela cresceu 227% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando US$ 408 milhões. Grande parte desse montante, acredita o BC, se deve à nova onda migratória de brasileiros insatisfeitos com a situação brasileira, impulsionados pelo visto de residência americano, o Visto EB5.

Só em 2016, o número de brasileiros que conseguiram o Visto EB5 aumentou 44,1%, a maioria pessoas que buscam mais segurança, vida mais luxuosa e melhor infraestrutura urbana. Com os imóveis mais baratos do que no Brasil e boas oportunidades de negócios incentivadas pelo governo americano para a obtenção do Visto EB5, esse tipo de investimento está se tornando cada vez mais comum. Veja como conseguir o visto de residência americano e as vantagens que terá com ele.

Visto EB5: o visto do investidor que ajuda a realizar sonhos

Morar no exterior e ainda fazer um ótimo e lucrativo negócio. A receita de sucesso é o principal atrativo do Visto EB5, o chamado visto do investidor. Criado em 1990 pela Lei de Imigração e Nacionalidade (INA) como uma forma de aquecer a economia de algumas regiões americanas, ele facilita a entrada de capital estrangeiro em alguns tipos de negócios que gerem empregos e fomentem o desenvolvimento local. Hoje é uma das principais portas de entrada para quem quer morar nos EUA, especialmente Miami e Orlando.

Para isso, no entanto, é preciso que o candidato cumpra algumas exigências bastante específicas. A primeira delas é ter capital disponível totalmente livre de empréstimos. Geralmente o valor é de US$ 1 milhão, em negócio novo ou já existente, mas pode ser menor, de cerca de US$ 500 mil, se for em um local economicamente deprimido, os chamados (TEA).

A segunda é que esse negócio gere pelo menos 10 novas vagas de emprego integrais para cidadãos americanos em um período máximo de dois anos. No entanto, vários outros fatores são analisados, como a idoneidade do indivíduo, a origem legal do dinheiro e seu perfil de investidor como um todo.

Visto EB5 tem validade de 2 anos

É bom lembrar que o Visto EB5 é um visto “employed-based”, ou seja, ele precisa apresentar sustentabilidade – rentabilidade econômica para o investidor e sua família, assim como a geração de empregos.

A princípio, portanto, o Visto EB5 tem validade de 2 anos, a partir dos quais, uma vez todas as exigências cumpridas, o investidor pode entrar com um pedido de residência permanente (o green card), para ele e sua família – cônjuge e filhos menores de 21 anos. Essa concessão, entretanto, não é automática.

É preciso atingir todos os requerimentos do Visto EB5 e então passar pela avaliação do departamento de imigração americano, o USCIS.

Quais os negócios para investir através do Visto EB5

Há duas opções de investimento através do Visto EB5. A primeira delas é abrindo seu próprio negócio, onde o investidor é totalmente responsável por sua criação e gestão. Ele administra e tem total controle do seu projeto individual de negócio – empresa, empregados, prejuízo e lucro.

A segunda é o investimento nos chamados Centros Regionais EB5, entidades públicas ou privadas listadas para receber os incentivos do visto e promover a criação de novos empregos para cidadãos americanos, aumento de capital, crescimento econômico e melhoria da produtividade regional. Geralmente estão localizados em áreas com índice maior de desemprego do que a média americana.

Nesse caso, o investidor entra como sócio, mas não precisa residir nesses locais. Os Centros Regionais EB5 podem ser consultados no site da USCIS. A opção é bastante válida para quem busca um investimento com menor risco e grau de preocupação, já que a responsabilidade é dividida. Além disso, a geração de vagas de emprego pode ser indireta, através de empresas que receberam seu capital.

Saiba como escolher o melhor investimento

Fazer a escolha do investimento, no entanto, é uma tarefa que demanda experiência no mercado financeiro americano, conhecimento da legislação e um estudo do seu próprio perfil de investidor. Por isso, antes de dar início ao processo do Visto EB5 a dica é ler muito, pesquisar bastante procurar ajuda de um dos vários profissionais dedicados em assessoria de imigração.

Mas atenção, porque as regras para a obtenção do Visto EB5 devem mudar a partir do primeiro trimestre de 2018. Especula-se que o valor mínimo de investimento atrelado ao Visto EB5 suba de US$ 500 mil para US$ 800 mil.

Quer saber mais sobre o visto do investidor, o Visto EB5? Deixe aqui sua dúvida que em breve responderemos!

Jan. 29, 2018

Saiba como investir em imóveis em Miami!

 

Investir em imóveis em Miami é uma realidade cada vez mais comum para os brasileiros. Hoje as facilidades são tantas que é crescente o número de lançamentos voltados exclusivamente para o público verde e amarelo. É um bom negócio sob vários aspectos, tanto para quem quer morar quanto para quem quer proteger seu patrimônio contra as inconstâncias da economia nacional. Veja como investir em imóveis em Miami e venha aproveitar as vantagens de taxas de financiamento menores e ótima perspectiva de valorização do mercado imobiliário americano.

Medo do futuro instiga brasileiros a investir em imóveis em Miami

Não é à toa os brasileiros são os segundos no ranking de maiores investidores do mercado imobiliário de Miami – perdendo apenas para os Venezuelanos. Em busca de segurança, blindagem de capital em um investimento seguro e imóveis mais luxosos a um custo menor, o brasileiro leva de brinde a comodidade de ainda poder ficar na própria casa nas viagens a Miami, um dos destinos mais procurados em todo o mundo.

Os valores ainda são um dos grandes atrativos, claro. Afinal, investir em imóveis em Miami é comprar uma casa ou apartamento muito mais barato do que no Brasil - principalmente quando comparados aos valores de algumas capitais brasileiras. Só para se ter uma ideia, em Miami é possível encontrar imóveis com mais de 140 m² por R$ 600 mil, enquanto no Leblon (RJ), por exemplo, o m² está em torno de R$ 22 mil.

Os preços ainda estão em média 30% mais baratos do que antes da crise imobiliária americana de 2008, quando chegaram a cair mais de 50%. Com o metro quadrado bem mais em conta, é possível encontrar casas e apartamentos muito mais luxuosos do que por aqui. Aliado à segurança e à infraestrutura oferecida pela cidade, Miami é um verdadeiro paraíso para brasileiros.

Estabilidade da moeda e facilidades de financiamento garantem um ótimo investimento

Por outro lado, o dólar é e sempre foi uma das moedas mais estáveis do mundo, o que torna o ato de investir em imóveis em Miami ainda mais seguro. Isso porque, frente ao alto risco dos fundos cambiais ou das BDRs (utilizadas no Brasil para intermediar a negociação de ativos de empresas estrangeiras). O imóvel é muito menos sujeito à volatilidade do mercado financeiro.

Por outro lado, os juros para financiamento imobiliário são bem mais baixo dos que os praticados pelo mercado imobiliário brasileiro. Mas não é só: investir em imóveis em Miami tem burocracia reduzida, sendo muito simples para os estrangeiros.

A maioria dos instituições financeiras americanas aprovam o crédito entre 30 e 60 dias para prazos de 15 ou 30 anos, os mais comuns. Para isso, os documentos exigidos normalmente – ainda que possam variar um pouco de um banco para outro – são cópia do passaporte com visto válido; cópia do IR dos últimos 3 anos; cópia dos 3 últimos extratos bancários; comprovante de posse do valor da entrada; relatórios de ausência de restrição em órgãos de proteção ao crédito no Brasil; e cópias dos últimos contracheques.

Investimento em imóveis não para de crescer em Miami

Investir em imóveis em Miami é um negócio que não para de crescer – e por motivos bem sólidos. Ao contrário daqui, 80% dos imóveis são pagos à vista, o que significa uma liquidez praticamente imediata na hora da venda. Os 20% restantes são comprados através dos financiamentos, bastante incentivados pelo governo.

Por outro lado, Miami quase não tem estoque de imóveis, já que a demanda supera a oferta. Assim, fica praticamente eliminado outro boom como o de 2008, já que sem estoque não há risco de queda de preços.

Vários projetos valorizam cada vez mais a cidade, como os investimentos de US$ 500 milhões no aeroporto, que duplicará de tamanho; de US$ 2 bilhões no porto; o Tri-country-rail, metrô rápido inteligente por toda extensão da cidade e o trem bala (High Speed Rail) até Orlando, por exemplo.

Processo de escolha também é mais facilitado do que no Brasil

Enquanto por aqui é preciso consultar várias imobiliárias para ter um bom leque de opções, investir em imóveis em Miami é ainda mais fácil. Lá, todos os corretores têm acesso a uma plataforma única, um sistema integrado com todos os imóveis disponíveis. Assim, o que difere um corretor do outro é o atendimento, não as ofertas. O fee – ou comissão – no entanto, é o mesmo daqui: 6%.

Na hora de decidir sobre o tipo de imóvel para investir em Miami, não esqueça de levar em conta alguns fatores. Um deles é a finalidade do imóvel, já que nem todos podem ser alugados, o que depende muito da região.

A forma de compra, se em cash ou financiado. O estrangeiro, via de regra, tem que dar 40% de entrada (o americano 10%), com o restante financiado e até 30 anos, com juros entre 4% ou 5% - dependendo do banco e do seu histórico.

Se for para alugar, geralmente o valor do aluguel cobre o financiamento, o condomínio, o imposto e o seguro furacão – este uma proteção para o banco nos financiamentos. Assim você nem sente a compra ao longo dos anos, precisando apenas do valor da entrada e despesas cartoriais.

Viu como investir em imóveis em Miami é um ótimo negócio? Você tem um ativo real, em dólar; proteção cambial contra a desvalorização do real (hedge natural); crédito tributário (benefício com o financiamento e taxas bem mais baixas do que no Brasil); e expectativa de valorização.

Fique por dentro de todas as nossas dicas acompanhando nosso blog!

Dec. 19, 2017

Conheça o mercado de aluguel em Palm Beach e Broward!

 

  mercado de aluguel em Palm Beach e Broward

Três palavrinhas são a chave para bons negócios imobiliários: poder de negociação. E é justamente isso o que tem nas mãos quem está investindo no mercado de aluguel em Palm Beach e Broward. Aquecido, o setor tem levado bons resultados para quem busca a segurança do investimento em imóveis na Flórida.  

A matemática é simples: como a maioria dos investidores está segurando seus imóveis enquanto desvenda os rumos da economia, os preços do aluguéis aumentou vertiginosamente. Com ambos os valores (de compra e locação) altos, alugar o imóvel tem sido muito mais vantajoso para os proprietários.  

Aluguel especialmente aquecido em Palm Beach e Broward 

O mercado de aluguel em Palm Beach e Broward está especialmente aquecido enquanto proprietários aguardam o preço de venda dos imóveis subirem ainda mais adiante, de acordo com os rumos da política econômica do presidente americano Donal Trump.  

Mesmo com uma boa quantidade de imóveis à venda no mercado, a valorização das single family homes no condado de Broward, por exemplo, subiu em média 10% nos últimos 12 meses, passando para a média de US$ 311 mil – de acordo com os dados do Greater Fort Lauderdale Realtor Association.  

Palm Beach, por sua vez, não ficou atrás: o aumento foi de 9% em 1 ano, chegando à média os US$ 310 mil, segundo a Realtors Association de Palm Beach. Em compensação o aluguel de uma casa de dois quartos está em média US$1.600 por mês, o que torna o aluguel em Palm Beach e Broward ainda mais lucrativo do que a venda. 

Otimismo toma conta do setor 

Por outro lado, as pessoas precisam viver em algum lugar, claro, e muitas pessoas ainda não podem adquirir um imóvel próprio o que torna o aluguel inevitável. Da mesma forma, a tendência é que o mercado de aluguel em  Palm Beach se estabilize no topo, segundo os especialistas, já que milhares de unidades em construção nos últimos dois anos estão para ser entregues, criando novas oportunidades para os inquilinos. 

Para se ter uma ideia, as incorporadoras devem fechar 2017 com mais de 15 mil unidades em Palm Beach, Broward e Miami-Dade, um acréscimo de 48% em relação a 2016 e de 62% em relação ao ano anterior (2015), segundo os dados da RealPage, uma empresa de pesquisa de locação baseada em Richardson, no Texas. 

Com isso, acaba havendo um fenômeno interessante. Apesar dos altos valores dos aluguéis, a taxa de locação têm arrefecido consecutivamente, caindo 3,6% em 2016, uma novidade que, a princípio, parece favorecer os inquilinos. Mas apenas parece, porque apesar disso a demanda ainda é tão robusta que continua tendendo o mercado de aluguel em Palm Beach para os proprietários. Na prática isso significa que, além dos preços altos, alguns favorecimentos – como descontos e promoções – são cada vez mais difíceis de serem encontrados. 

Mas não e só: para os analistas, o mercado de aluguel em Palm Beach deve se manter fortalecido também por conta dos sólidos investimentos na região, que têm criado mais postos de trabalho e o consequente aumento da população local. 

Região é uma das mais procuradas da Flórida 

O aquecimento do mercado de aluguel em Palm Beach e Broward se deve também à grande procura da região por turistas, que buscam as centenas de opções de divertimento, roteiro de compras e vida noturna – além de esportistas profissionais, como os que procuram os mais de 170 campos de golfe ou torneios equestres. 

Por outro lado, o último relatório de Compradores Estrangeiros de Imóveis divulgado pela Associação de Corretores de Imóveis de Miami mostra que Palm Beach e Broward tem como um dos maiores compradores estrangeiros justamente o Brasil – atrás apenas da Venezuela (15%) e Argentina (11%) e empatando com a Colômbia (10%). A pesquisa mostra ainda que no total houve um acréscimo de 19% nas vendas de imóveis para estrangeiros em 2016 em relação a 2015. 

Além dos brasileiros e demais estrangeiros que compram imóveis para morar na região, atraídos pelas facilidades de financiamento e o alto nível das instituições de ensino e qualidade de vida, a lucratividade com os aluguéis altos acelera o retorno no investimento. 

A Legacy Plus Realty tem uma grande oferta de condomínios completos, perfeitos para aluguel nessas duas regiões. Veja conhecer nossas opções de imóveis e investir no mercado de aluguel em Palm Beach e Broward! 

May 31, 2017

BRAZIL’S ZAP LAUNCHES FACEBOOK CHATBOT

Brazil’s Zap launches Facebook chatbot

Brazilian real estate classified site Zap, the country’s No. 1 vertical by traffic and revenue, launched a Facebook chatbot to help its consumers find properties. Using artificial intelligence (AI), the chatbot interprets the user’s queries and then recommends the listings that best match the buyer’s criteria. Zap’s chatbot is available on the fan page of Zap on Facebook. It was built using the Wit.ai platform.

“At first, the chatbot will be linked to the site’s listings, so it will respond to questions related to the search of a property. The idea is that it’ll soon respond to any queries related to a home, including tips on decoration and the local real estate market,” Eduardo Perez, Zap’s CTO, said.

Traffic on mobile grows

The real estate classified site said mobile currently accounts for 59 percent of the site’s overall traffic. Zap said its five apps for buyers and brokers reached 6.7 million downloads in the first quarter (Q1) of 2017, 20 percent up year-on-year, and 67 percent up when compared to the same period of 2015. “People are spending more time with their smartphones than ever. We believe our traffic from mobile is set to increase further in 2017,” the company’s CEO, Eduardo Schaeffer, said.

Zap’s main competitors in Brazil are VivaReal and Navent’s Imovelweb. Zap’s traffic surpassed VivaReal’s in the past two months, but the competition for the No. 1 position in terms of traffic is still on-going. New market entrants include OLX Brazil’s Storia Imoveis and Estadao’s Moving.com.br.

(Source: aimgroup.com)

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May 25, 2017

Realtors® Have a Positive Outlook for Commercial Markets in 2017

WASHINGTON (May 19, 2017) – While challenges face commercial real estate markets, Realtors® specializing in the sector should have confidence that growth will continue. That’s according to speakers at a commercial economic issues and trends forum at the REALTORS® Legislative Meetings & Trade Expo.

NAR Chief Economist Lawrence Yun led a panel discussion about the economic forces shaping commercial real estate markets; the panelists agreed that the market has improved and that continued growth in the economy will further drive activity, but difficulties remain regarding availability of financing for smaller commercial properties.

George Ratiu, NAR director of quantitative and commercial research, said that increased trade and the rise of e-commerce has boosted rents in the industrial and warehouse sector. “During a time of transformation in consumer shopping habit, vacancy rates will still continue to see a gradual decline in warehousing and strong rent growth will continue,” he said.

Unemployment has declined to 4.4 percent and consumer confidence is at its highest point in 15 years. As the economy improves, the commercial real estate market has continued to improve as well, said Yun. “A rising interest rate environment is likely to halt commercial price growth or even cause a minor decline; that outlook is supported by the expanding economy and the over 2 million jobs gained in the past year,” he said.

Looking at the global market, Ratiu explained that global commercial investors have hit the pause button on investments, which in the first quarter of 2017 decreased nearly 20 percent year-over-year; however, certain U.S. markets are seeing good global cash flow with $76 billion flowing to the U.S. “Overall global investments are down, while the San Francisco, Dallas, Charlotte, Houston and Baltimore markets have experienced large sales volume gains,” he said.

With the blip in overall global investments in the first quarter, international buyers are likely to play a greater role in the U.S. market this year. “Over the past five years, a near majority of Realtors® experienced an increase in the number of international clients. We expect international buying activity to grow in 2017, which will have an overall positive impact on the commercial market’s gradual recovery,” said Yun.

One major hurdle that continues to affect the market is the lack of available financing to small commercial real estate investors, due in large part to regulatory uncertainty.

“Realtors® are seeing evidence of markets being impacted by regulators’ increased scrutiny of banks’ balance sheet allocations to commercial real estate loans,” said Ratiu. “Considering that 64 percent of Realtor® clients get their financing from banks, this is likely to impact deal flow as lending conditions tightened in 37 percent of Realtors®’ markets, a four percent increase from last year.”

John Worth, senior vice president of research and investor outreach at the National Association of Real Estate Investment Trusts, discussed the performance of commercial real estate investment and its status among other investment sectors. “Real estate investment is currently the best performing asset class. Strong returns and the level of new commercial supply we are seeing today is making up for a lot of missing sectors, following the economic downturn. The first quarter of this year saw a slight decrease, but 2017 is experiencing an overall healthy trend,” he said.

The National Association of Realtors®, “The Voice for Real Estate,” is America’s largest trade association, representing more than 1.2 million members involved in all aspects of the residential and commercial real estate industries.

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May 25, 2017

SELF-MANAGED CONDOS AND HOAS: THEY LOOK LIKE BIG BARGAINS, BUT BEWARE

Self-Managed Condos and HOAs: They Look Like Big Bargains, but Beware

If you're looking to buy a house or condo but are balking at the steep monthly HOA or condo fees, one budget-friendly alternative is to find a self-managed condo or HOA instead. That means rather than paying a management company to maintain common areas like lawns or a community pool, you and your neighbors take care of these tasks yourselves, thus saving money.

While statistics on the number of such homes aren't officially tracked, I stumbled across a self-managed condo during my house hunt in Brooklyn, NY—and, after hearing how they worked, I decided to buy in and see what it was all about.

"To save money, I can put my own trash cans on the curb," I reasoned. How hard could it be? Well, I found out that there are definitely pros and cons to this budget-saving option that all should know before they move in.

Pro: Self-managed condos and HOAs are cheaper

First, the biggie: Not having to pay for a super or maintenance means lower monthly expenditure for the building, says Susan Little, a Realtor® in Brooklyn. For the six-unit building my condo was in, the individual common fees were only $250 a month—a far cry from the $1,000-plus I was being quoted elsewhere. For me, that meant a savings of $750 a month!

Con: They're also a lot more work

Most people are unaware of how much time and effort it takes to run a building. Some complain that self-managed condos and HOAs feel like a second job. Even with regular rotations for things like trash, snow, and leaf removal, new maintenance issues constantly cropped up. We were once issued a ticket for failing to have our fire sprinklers inspected every six months, a task nobody had realized was legally required. And when something broke, someone had to step up and figure out whom to call to fix it.

Pro: You have more control over your space

"The great things about living in a self-managed condo were that we could control what projects got done," says Hollis Glaser, one of my former neighbors.

With six units in the building, every family got one vote on how we spent our common charge money. It was relatively easy to start projects like a community garden or a rain catchment barrel. If someone didn't like how something was being done, all it took was a conversation to change it. For example, in my first year living there, we went from coin-operated laundry to free laundry.

Con: It's hard to make sure everyone is doing their share

Often, people who worked from home or who were more available during the day took on more responsibility on the building maintenance front. It was difficult to ensure that everyone took equal responsibility, particularly when some people had busier schedules, sublet their units, or traveled often. Quantifying the work was also difficult. Was taking on a major regrading project equal to calling a handyman when a dryer broke? Did volunteering to plant a garden count as a task, because it wasn't necessary? It was much more complicated than just making a chore wheel.

Pro: There are fewer rules

While condos managed by a management company and co-ops often have strict rules about things like pets, subletting, doing construction, quiet hours, and even whom you can sell your unit to, you and your neighbors in a self-managed complex make the rules. Without formalities like an elected co-op board and the common ownership structure of a co-op, any rules we did make were difficult to legally enforce.

Con: It's tough to get stuff done and resolve disputes

"A lot of us were drawn to the condo situation because there were so few rules we had to abide by," says Glaser. "But we thought we needed some rules and couldn't institute them.

"Coming to a consensus on a contentious issue could be difficult," Glaser adds. "Feelings were very passionate, and a simple 'majority rules' approach didn't always cut it. Patience and compromise were all necessary components and could occasionally end up in short supply."

Pro: There's a sense of community

This was actually a big plus for me: Dividing up the chores to keep a building functioning meant that I met and got to know all the people in my building. Since we had to work together to maintain common spaces, clear snow, keep the laundry room functioning, and take out the trash, we built a real community.

Con: Self-managed condos and homes can be harder to sell

Since not everyone wants to live in a self-managed community, homes here can be harder to sell.

Also, according to Little, "During the due diligence process, the buyer's attorney will ask for the last two years of financials and something that can come up is that, though self-managed buildings are required to keep financial records, many have not had them formally audited. This can hold up the process, but I have found that as long as the tax returns have been filed, the attorneys will forgo the insistence on audited financials."

I loved the years I spent living in a self-managed condo, but would I do it again now? Probably not.

As Glaser said, "When we left Brooklyn, we looked at a condominium building, saw a bunch of notes in the garbage area about problems with people putting out their garbage in the wrong way and immediately said, 'No thanks.' We bought a house and are totally in charge. No more coordinating basics with our neighbors."

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May 9, 2017

COCONUT GROVE IS GETTING ANOTHER NEW OFFICE BUILDING IN 27@LINCOLN - THIS ONE HAS HYDRAULIC CAR ELEVATORS!



Coconut Grove is getting another new office building in 27@Lincoln - This one has hydraulic car elevators!

There’s yet another new office building in the works in Coconut Grove, with LointerHome announcing plans for 27@Lincoln, a boutique mixed-use development expected to rise at 3151 Southwest 27th Avenue.

The building is planned for five stories, encompassing 68,000 square feet of “Class A” office space and 5,000 square feet of retail space. The location is a block off South Bayshore Drive and a brief stroll from CocoWalk.

William Hamilton Arthur IV is the architect of the project, which includes wraparound balconies, a rooftop terrace, and an underground parking garage with hydraulic car elevators. 27@Lincoln joins Mary Street, which is another new office building announced in the Grove.

“Coconut Grove is home to many professionals who will benefit from living and working in the same neighborhood rather than commuting to downtown every day,” says Amanda De Seta, Founder of LointerHome. “This is one of the Grove’s most desirable office addresses, and is perfectly positioned to offer residents a better per square foot deal than offices in Brickell.”

Groundbreaking is slated for early 2018.

May 5, 2017

BRAZIL TOPS LIST OF FOREIGN COUNTRIES SEARCHING FOR MIAMI HOMES IN FEBRUARY: REPORT



Brazil tops list of foreign countries searching for Miami homes in February: report
Brazil led ranking for 13 consecutive months from June 2014 to June 2015

Brazil was the top country searching for Miami real estate in February, marking another sign that Brazilian buyers might be back in South Florida.

Brazil led the Miami Association of Realtors’ ranking of foreign countries using Miamire.com to browse for Miami homes in February, following months led by Canada, Russia, Venezuela and Colombia.

It could mark a homecoming for Brazilian investors, who led the association’s ranking for 13 consecutive months from June 2014 to June 2015. In 2016, home buyers from Brazil were the third largest international group with 10 percent of all foreign deals in South Florida. Just last week, a Brazilian buyer paid $6.25 million for a waterfront home in Golden Beach.

Earlier this year, Bloomberg reported that Brazilians are now picking up investment properties in South Florida instead of second homes.

In February, Venezuela and Colombia ranked second and third, respectively, in terms of web searches for South Florida real estate on the association’s website. Russia, which in recent months fell as quickly as it rose, also showed more interest in Miami homes in February, coming in at No. 5 on the list. Mexico also made an appearance with the 10th most foreign searches of South Florida homes.

Check out the top 10 on the list:

Brazil
Venezuela
Colombia
Canada
Russia
India
Argentina
Philippines
Spain
Mexico

(Source: therealdeal.com)

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April 28, 2017

DAVID BECKHAM FINALIZES MLS MIAMI FUNDING BY ADDING BILLIONAIRE TODD BOEHLY, PER REPORT BOEHLY IS AN OWNER OF THE LOS ANGELES DODGERS



David Beckham finalizes MLS Miami funding by adding billionaire Todd Boehly, per report Boehly is an owner of the Los Angeles Dodgers

If you were holding your breath since the last news surfaced of David Beckham’s complicated MLS Miami project, you’d be six feet under by now.

Internal deadlines have been missed and a major announcement regarding funding was supposed to occur before January, but the looming funding issue has apparently been solved, with The Miami Herald reporting Beckham’s group has added billionaire Todd Boehly, president of Guggenheim Partners.

Adding Boehly would push Beckham United to the final stage of this drawn-out endeavor, which would be MLS owners agreeing to allow Miami into the fold in 2019.

Boehly is also a part owner of the Los Angeles Dodgers baseball team, which was acquired for $2 billion in 2012. His Dodgers group, named Guggenheim Baseball Management, also includes Magic Johnson and Mandalay Entertainment chief executive Peter Guber.

Major League Soccer commissioner Don Garber said last week a decision “has to be made” by the end of the year or they’ll move on from Miami.

An interesting part of Beckham’s potential ownership is the heavily discounted price of admission, which could easily rub other owners the wrong way. Via the Herald:

As part of Beckham’s contract when he joined the Los Angeles Galaxy as a player, he was promised a deeply-discounted franchise upon retirement. He reportedly will pay $25 million for a team, while owners of other new teams are paying $150 million. MLS is counting on Beckham’s international celebrity status to raise the global profile of the league. As owner of a team in Miami, his reach into Latin America is viewed as a valuable asset.

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